REINO DE CONILON

O VENENO DE SÓCRATES E AS AVENTURAS DE JOÃOZINHO FURIOSO

RIDENDO CASTIGAT MORES

14/02/2021 12h27Atualizado há 7 meses
Por: REDAÇÃO

O PREÇO DA LEI I

Os vereadores arrojados de Cacoal acabaram com o feriado da segunda de Carnaval obviamente para atender a interesses de grupos empresariais da cidade que se ressentiam de ter que pagar direitos trabalhistas aos empregados.

Um projeto de lei com esse objeto naturalmente tem um preço, e talvez por essa razão a câmara quis fazer uma revogação somente aplicável ao ano de 2021, fazendo constar especificamente no corpo da lei revogadora que a mesma só se aplica a esse ano.

Afinal, faltam ainda mais 3 anos de legislatura e o empresariado tem que pagar o preço, a cada ano. Só que não.

 

O PREÇO DA LEI II

O que os vereadores não sabem é que no Brasil não existe repristinação de norma revogada.

Explico: Quando uma norma é revogada, seu efeito não se restabelece de jeito algum sem que haja outra norma que a ressuscite.

Mesmo que os vereadores tenham criado um período de validade da revogação, o sistema brasileiro não admite revogação provisória, razão pela qual será necessária uma lei para voltar com o feriado de carnaval.

É. Os empresários compraram um exemplar e ganharam uma assinatura vitalícia da Revista do Parlamento Cacoalense.

E os trabalhadores, adoradores de satanás, que se lasquem, diria o nobre e ungido Magnilson.

 

O PAI DO GABRIEL

Uma pessoa que atua nas redes sociais com o singelo pseudônimo de PAI DO GABRIEL, e que é apoiador do chefinho, resolveu espalhar neste domingo uma dura crítica aos feirantes da cidade.

Ele noticia que o Governo do Estado voltou todos os municípios do Estado à fase 1 e disse que os feirantes estão rindo sem máscara.

Só se for depois do novo decreto, pois na semana passada foi possível ver as feiras organizadas, com amplo espaço entre as bancas de um lado e de outro da rua, e os feirantes estavam com máscara.

Advirto ao PAI DO GABRIEL  que tentar colocar a população contra os feirantes é um péssimo negócio politicamente falando.

O poeta Xavier não me deixa mentir. Na reeleição de Padre Franco uma briga entre Glaucione e os feirantes custou o sucesso da campanha dela, garantindo a reeleição do Padre.

O muleke é bom. O muleke aprende.

 

 

O MENININHO MALUQUINHO

Joãozinho aprontou mais uma. O tio Diogo Borgosian recomendou a ele que exonerasse o secretário de trânsito municipal porque ele tinha a ficha suja. Joãozinho fingiu que obedeceu, e depois o nomeou como coordenador de trânsito, e atribuiu a ele, em caráter direto, a administração de toda a secretaria e seus servidores.

O fato veio à lume e não se acha Joãozinho para falar sobre o ocorrido. Eu não ia falar nada, mas Joãozinho tá escondido dentro do arquivo do gabinete esperando que os móveis sejam transportados para o Espaço Beira Rio, com ele dentro. Já comprou até uma roupa de mergulho, se tio Diogo chegar ele mergulha no Machadão.

 

TRIO PARADA DURA

A legalidade, a eficiência e a clínica de hemodiálise são três dos maiores gargalos da gestão da saúde desta administração.

Joãozinho decidiu tomar pra si a responsabilidade sobre a clínica, pois essa era uma forma de passar ao largo das questões originárias que colocavam em risco a oferta do serviço de diálise a população, e seria de muita complexidade para um garoto resolve-la.

Encampou os serviços para fazer chantagenzinha ao dono da clínica, chegando a dizer no ato de expropriação que voltaria atrás se o mesmo apresentasse um plano de trabalho, e se deu mal.;

O Parada bancou a parada. Não apresentou plano algum e deixou Joãozinho sozinho, no mato, sem cachorro, sem médico, e sem a menor ideia de como funcionam aquelas máquinas por onde passam o sangue das pessoas que fazem tratamento.

Espero que Joãozinho lave as mãos com álcool gel da proxima vez que entrar na clínica. A última coisa de que precisamos é de hemofílicos com Covid 19. Só Jesus na causa.

 

 

JOÃOZINHO E O MUSEU DAS NOVIDADES

O chefinho disse outrora que iria injetar sangue novo no coração da cidade, que representava a nova geração. Mal assumiu e já tá tocando as mesmas notas que seus antecessores. Só que mais desafinado e sem ritmo.

Ele está querendo mudar o Castelo de Conilon para as beiras do Rio Machado, no espaço Beira Rio, mundando a finalidade do empreendimento que foi entregue a cidade ao custo de milhões de reais.

Como disse Xavier, o poeta beiradeiro de Guajará, isso só honra a tradição da velha política de Cacoal, que costuma sempre dar 3 destinações as edificações que não consegue gerir, quais sejam: Doação, abandono ou desvio de finalidade.

O povo devia saber antes de votar que Joãozinho é um traquinas.

 

MAGNILSON, O UNGIDO DE DEUS

 

Magnilson, que pelo que posta pela internet a fora, é o vereador de Deus, ungido e casto nos interesses do Cristo, agradeceu a Deus pela aprovação de suas contas de campanha com ressalvas.

Todavia, está tramitando na Justiça Eleitoral uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral que é de quebrar a vara do varão, e de desafinar a harpa de Davi.

As provas juntadas nessa ação informam que Magnilson fez a maior lambança durante a campanha, desafiando e desrespeitando todas as regras da lei dos homens, mentindo sobre gastos de eleição, subfaturando preços dos produtos e abusando do poder econômico cristão.

O seu suplente que armou a arapuca pra si é o Almarildo Verdan, próximo a assumir seu cargo se procedente a ação. Penso que a diferença entre os dois é que Amarildo não se faz de santo nem ungido.

 

TRIUNVIRATO CACOALENSE

Joãozinho precisa de um tutor, isso não se nega, mas não precisavam de dois tutores.

Depois da ciumeira que gerou o publico fato de que o Lord Cássio de Obedian era o verdadeiro executor das obras no reino de Conilon, foi necessário que o neto de Santo Expedito interferisse na cidade dos homens para botar a casa em ordem.

Neto, que é um dos representantes da vassalagem rondoniense na babilônia já mandou seus emissários informarem ao Joãozinho que vai começar a botar ordem na bagaça nomeando um verdadeiro secretário de transito para Cacoal. O Geovane, de Rolim.