SAÚDE PÚBLICA

PREFEITURA TERÁ NOVO SECRETÁRIO DE SAÚDE

TROCA DE SECRETÁRIO DE SAÚDE É CERTA

03/05/2021 14h14Atualizado há 1 mês
Por: REDAÇÃO

Depois da publicação de matéria informando o possível afastamento do Secretário de Saúde de Cacoal, Thiago Tezzari, e da gestora do Fundo Municipal de Saúde, Graciane Bergamaschi Araújo Neto,  o Estado de Rondônia recebeu novas informações, diretamente de fontes ligadas a Secretaria de Saúde, informando que  Thiago,  a pedido do prefeito Adailton Fúria, permanecerá à frente da pasta até transição do novo Secretário Municipal de Saúde, cujo nome deverá ser anunciado ainda esta semana.

A gestora Graciane Bergamaschi Araújo Neto também deve permanecer no cargo até a transição.

A Secretaria de Saúde, em meio a uma pandemia como a que estamos vivendo, é o órgão mais sensível da administração pública, onde qualquer decisão, por menos importante que pareça ser, pode tanto contribuir para o alcance da máxima eficiência na gestão da saúde pública, quanto colocar tudo a perder, redundando em perda de vidas.

Não se sabe ainda quem será o novo (a) secretário (a) de Saúde do município, pois nenhum nome foi tornado público pelo executivo, todavia, na sessão legislativa desta segunda feira (03/05), vereadores chegaram a sugerir os nomes de Célia Calado e Marco Aurélio Vasques.

Célia foi secretária de Saúde na gestão passada e acumula vários anos de experiência na área da saúde, sendo considerada uma boa gestora por profissionais da área médica e autoridades políticas da cidade e Marco Aurélio Vasques é cirurgião, foi secretário de Saúde de 3 dos maiores municípios do interior de Rondônia, quais sejam Cacoal, Ji-Paraná e Vilhena, dedicando-se atualmente a prestar consultoria na estruturação do sistema de saúde em vários municípios do estado, capacitando secretários de saúde em cidades médias e de pequeno porte.

O detalhe de fundo nessas indicações feitas por vereadores é que ambos os nomes mencionados são considerados adversários pelo Prefeito Adailton Fúria, ou por terem pertencido a gestão passada, ou por ter sido seu adversário durante a campanha a prefeitura, como foi o caso de Vasques.

Em qualquer caso, não se sabe se um ou outro aceitariam o encargo, já que estar a frente de uma secretaria de saúde durante uma pandemia pode ser enorme fator de desagaste caso as coisas saiam de controle.