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SOLIDARIEDADE

ADVOGADOS DO BEM - OAB CACOAL ASSUMIU SUPORTE AOS DESABRIGADOS DESDE O COMEÇO

SUBSEÇÃO CACOAL MOBILIZOU A CLASSE PARA AJUDAR FAMÍLIAS EM CALAMIDADE

21/02/2022 05h53Atualizado há 3 meses
Por: REDAÇÃO

 

Ao mesmo tempo que a Defesa Civil Municipal fazia circular um informativo comunicando que havia ocorrido o transbordamento de rios locais, e disponibilizando um número de telefone do órgão, as Advogadas Meuri Florêncio e Julinda da Silva, pediam, nos grupos de advogados nas redes sociais, que  emprestassem embarcações para ações de salvamento de pessoas atingidas pelas enchentes.

Logo, um número indeterminado de advogados da cidade estava envolvido e engajado em ações emergenciais visando socorrer as famílias vitimadas pelas consequência das chuvas.

A própria subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Cacoal, presidida pelo Dr. Diógenes Nunes decidiu assumir formalmente um compromisso de apoio com a população desabrigada, lançando a campanha “JUNTOS POR CACOAL”, fazendo um chamamento aos membros da classe e a toda sociedade para ajudar com doações de alimentos e utilidades para as pessoas expulsas de suas casas pela violência das águas.

Poucas horas depois foram publicadas nas redes sociais dos advogados, fotos e outras mídias que indicavam que a campanha foi bem-sucedida com a arrecadação de quantidade significativa de víveres e utilidades para as famílias vulnerabilizadas pelo evento natural danoso.

Muitos advogados  e lideranças da sociedade civil continuam engajados em ajudar as pessoas desabrigadas com doações e a realização de vaquinhas para atendimento de diversas necessidades dessas pessoas.

 

O EVENTO DA NATUREZA E SEU ENFRENTAMENTO PELO PODER PÚBLICO

 

CAUSAS SEGUNDO O PODER PÚBLICO

 

O Prefeito Adailton Fúria, em publicação do jornal Extra de Rondônia disse que a calamidade que se abateu sobre a cidade decorre da imprevisão das forças da natureza, por ter chovido mais que o esperado, e a abertura de comportas de uma hidrelétrica situada no município de Pimenta Bueno, que teria, pelo grande volume de água lançado no rio Pirarára, provocado o transbordamento.

A prefeitura não possuía nenhum sistema de monitoramento hidrometereológico, que pudesse subsidiar um alerta para as cheias, e também não mantinha nenhuma interlocução com a administração da Usina Hidrelétrica que pudesse do subsídio a ações públicas de defesa da sociedade.

As chuvas torrenciais perseveraram entre 2:00 da madrugada e 14:00hs da sexta feira.

Embora os boletins climáticos já enunciassem com segura antecedência a possibilidade dessas pancadas de chuva, e a cidade já tivesse registrado episódio semelhante uma semana antes, que resultou em 80 famílias desabrigadas, não houve comunicados ou ações de contingência da Defesa Civil durante a madrugada em que as inundações começaram.

Somente entre 10 da manhã e meio dia a Defesa Civil fez um comunicado público.

A Defesa Civil não estava estruturada com equipamentos de socorro e salvamento necessário ao atendimento da população, e não se tinha nenhum plano de realocação de pessoas, tendo sido a escolha das escolas para abrigar as famílias vitimadas pela enchente, decisão de última hora, sem planejamento prévio.

 Desde as primeiras horas de sexta-feira (18/02), advogados de Cacoal se mobilizam nas redes sociais para tentar reduzir o sofrimento das pessoas tiveram suas casas inundadas e que perderam a tranquilidade e aconchego de seus lares por causa dos alagamentos provocados por mais de 12 horas de chuvas torrenciais que começaram na madrugada e perseveraram até a à tarde daquele fatídico dia.

Ao mesmo tempo que a Defesa Civil Municipal fazia circular um informativo comunicando que havia ocorrido o transbordamento de rios locais, e disponibilizando um número de telefone do órgão, as Advogadas Meuri Florêncio e Julinda da Silva, pediam, nos grupos de advogados nas redes sociais, que as pessoas emprestassem embarcações para ações de salvamento de pessoas atingidas pelas enchentes.

Logo, uns números indeterminados de advogados da cidade estavam envolvidos e engajados em ações emergenciais visando socorrer as famílias vitimadas pelas consequência das chuvas.

A própria subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Cacoal, presidida pelo Dr. Diógenes Nunes decidiu assumir formalmente um compromisso de apoio com a população desabrigada, lançando a campanha “JUNTOS POR CACOAL”, fazendo um chamamento aos membros da classe e a toda sociedade para ajudar com doações de alimentos e utilidades para as pessoas expulsas de suas casas pela violências das águas.

Poucas horas depois foram publicadas nas redes sociais dos advogados, fotos e outras mídias que indicam que a campanha foi bem-sucedida com a arrecadação de quantidade Muitos advogados  e lideranças da sociedade civil continuam engajados em ajudar as pessoas desabrigadas com doações e a realização de vaquinhas para atendimento de diversas necessidades dessas pessoas.

 

O EVENTO DA NATUREZA E SEU ENFRENTAMENTO PELO PODER PÚBLICO

 

CAUSAS SEGUNDO O PODER PÚBLICO

 

O Prefeito Adailton Fúria, em publicação do jornal Extra de Rondônia disse que a calamidade que se abateu sobre a cidade decorre da imprevisão das forças da natureza, por ter chovido mais que o esperado, e a abertura de comportas de uma hidrelétrica situada no município de Pimenta Bueno, que teria, pelo grande volume de água lançado no rio Pirarára, provocado o transbordamento.

A prefeitura não possuía nenhum sistema de monitoramento hidrometereológico, que pudesse subsidiar um alerta para as cheias, e também não mantinha nenhuma interlocução com a administração da Usina Hidrelétrica, que pudesse trazer de forma antecipada informações que fossem úteis para  ações públicas de defesa da sociedade.

As chuvas torrenciais perseveraram entre 2:00 da madrugada e 14:00hs da sexta feira.

Embora os boletins climáticos já enunciassem com segura antecedência a possibilidade dessas pancadas de chuva, e a cidade já tivesse registrado episódio semelhante uma semana antes, que resultou em 80 famílias desabrigadas, não houve comunicados ou ações de contingência da Defesa Civil durante a madrugada em que as inundações começaram.

Somente entre 10 da manhã e meio dia a Defesa Civil fez um comunicado público.

A Defesa Civil não estava estruturada com equipamentos de socorro e salvamento necessário ao atendimento da população, e não se tinha nenhum plano de realocação de pessoas, tendo sido a escolha das escolas para abrigar as famílias vitimadas pela enchente, decisão de última hora, sem planejamento prévio.

Somando os saldos de desabrigados provocados pelas duas enchentes que ocorreram em um intervalo inferior a 10 dias, o total de famílias desabrigadas em Cacoal para mais de 300.